Experiência dedicada à implantologia
O Dr. Paulo Costa exerce medicina dentária há mais de 25 anos, com uma parte significativa da sua atividade dedicada à implantologia, à cirurgia oral e à reabilitação oral.
Ao longo da sua prática clínica tem acompanhado desde situações de ausência de um único dente até reabilitações completas e casos de atrofia óssea severa da maxila ou da mandíbula.
O objetivo não é aplicar a mesma solução a todos os pacientes, mas determinar qual a abordagem mais adequada a cada situação clínica.
Áreas de prática clínica
Implantologia
Substituição de dentes perdidos através de implantes dentários e reabilitações implantossuportadas.
Reabilitações totais
Planeamento de soluções fixas para pacientes com perda dentária extensa ou edentulismo total.
All-on-X
Reabilitação de arcadas completas com um número de implantes estrategicamente planeado.
Maxilas atróficas
Avaliação e tratamento de pacientes com disponibilidade óssea reduzida.
Regeneração óssea
Técnicas de reconstrução e aumento ósseo, quando necessárias para possibilitar ou otimizar uma reabilitação implantossuportada.
Elevação do seio maxilar
Procedimentos para aumentar a disponibilidade óssea na região posterior da maxila, em situações selecionadas.
Implantes pterigoideus
Opção de ancoragem posterior em determinados casos de maxila atrófica.
Implantes zigomáticos
Solução para situações específicas de atrofia maxilar severa, após diagnóstico e planeamento criteriosos.
Técnicas de ancoragem remota
Avaliação de soluções alternativas de ancoragem em pacientes com limitações anatómicas importantes.
Diagnóstico antes da decisão
Nem todos os pacientes necessitam das técnicas mais complexas. O princípio da PR Médicos é procurar a solução mais previsível e adequada, usando apenas a complexidade necessária para resolver cada situação.
A consulta de implantologia pode incluir:
- História clínica e avaliação das expectativas do paciente
- Exame clínico
- Avaliação dentária e periodontal
- Estudo radiológico
- TAC/CBCT, quando indicado
- Avaliação tridimensional da disponibilidade óssea
- Discussão das diferentes opções de tratamento
- Definição de um plano individualizado
Foi-lhe dito que não tem osso para colocar implantes?
A falta de osso não significa necessariamente que não exista solução. Existem hoje diferentes estratégias para tratar pacientes com atrofia óssea, desde técnicas de regeneração e enxertos até soluções de ancoragem alternativas.
A escolha depende da anatomia, do estado de saúde, dos objetivos, da complexidade cirúrgica e da relação risco-benefício de cada alternativa. Uma segunda avaliação pode ajudar a compreender as opções disponíveis no seu caso.
Planeamento digital
Nos casos de implantologia complexa, o planeamento tridimensional permite avaliar estruturas anatómicas importantes, a disponibilidade óssea e as possíveis trajetórias dos implantes antes da cirurgia. Este estudo ajuda a definir a estratégia cirúrgica e protética.
A reabilitação não termina na cirurgia
O sucesso de uma reabilitação implantossuportada não depende apenas da colocação dos implantes. É necessário integrar:
Cirurgia + Prótese + Função + Estética + Higiene + Manutenção
Por esse motivo, o planeamento começa tendo em consideração o resultado protético pretendido.
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